Muito antes da existência das metrópoles, dos prédios, casas, ou qualquer tipo de arquitetura, o mundo era coberto pela natureza. Com o passar dos anos, o desenvolvimento humano,levou o homem a utilizar a matéria prima para sobreviver, para satisfazer todas as necessidades naturais e também as não naturais.Infelizmente,o homem não soube respeitar as necessidades para a sobrevivência da natureza. As florestas são parte fundamental da sobrevivência humana, são elas que fornecem ao homem a oportunidade de vida, a biodiversidade terrestre da fauna e da flora, o equilíbrio climático, etc. A cada dia, mais pessoas vão sendo informadas sobre a importância que as florestas possuem para os humanos e para todo ser vivo; porem, os humanos têm utilizado desta, para se enriquecerem, ocasionando diversos desmatamentos, queimadas, caças ilegais, etc. É necessário lembrar que são as plantas que atraves do processo da fotossíntese fazem a troca do gás carbônico pelo oxigênio, elemento essencial para a sobrevivência dos seres vivos, embora muitos saibam disso, a população não tem demonstrado a valorização que a causa abrange. Como consequência de tantos atos ilegais, das devastas áreas já desmatadas, das queimas, das florestas acabadas, da destruição da camada de ozônio, etc. A natureza tem se revoltado contra aqueles que a causaram tanta destruição, e essa revolta está sendo visível a cada dia, como: frequentes terremotos, tsunamis, seca, enchentes, desequilíbrio climático, a escassez da água, desaparecimento de muitas espécies, etc. Ainda ocorrerão muitos outros desastres naturais, se o homem não abrir os olhos e a mente para a conscientização, e entender que a natureza precisa de ajuda, não só para a própria sobrevivência, mas principalmente para a de toda a humanidade, os desastres triplicarão em pouco tempo, e quem sabe, em poucos anos, falar de vida já não será mais possível. Que o ano internacional das florestas não seja apenas 2011, mas se cada um reciclar, economizar água, não desmatar, cuidar dos animais, denunciar atos ilegais, cumprindo o seu papel, a natureza poderá se salvar. Pois cuidar das florestas, é cuidar do mundo, e cuidar do mundo é cuidar da vida.
''Que as mais simples palavras possam invadir o seu coração e fazer com que sonhos adormecidos sejam despertados''
sábado, 16 de abril de 2011
Destruição de longo tempo
Os governos autoritários dos líderes islâmicos levaram ao surgimento de grupos de oposição, dando origem aos conflitos entre os grupos opositores e os governantes ‘’infiéis’’, degradando em uma revolução que já persiste por gerações, deixando marcas de insatisfação, amargura e morte.
Inúmeras pessoas perderam e ainda perderão suas vidas lutando pela liberdade de governo, em busca de um sistema mais justo e igualitário e que siga fielmente aos princípios do Alcorão, e que retome os valores religiosos tradicionais muçulmanos que foram sendo aniquilados ao longo da revolução.
Em pé de guerra com os Estados Unidos, muitos dos países islâmicos, membros do Eixo do mal sofreram perdas das suas relações diplomáticas; vários locais sagrados foram confiscados, assembleias presentes nos países foram banidas e seus integrantes assassinados, levando muitos islâmicos se refugiarem em outros países, inclusive no Brasil.
Nos tempos atuais, os países islâmicos tentam acabar com o sistema ditatorial de muitos governantes, tirando – os do poder, elaborando movimentos revoltosos, para expressarem suas insatisfações e o modo como estão sedentos por um governo fiel.
Estes países são frutos de revoltas provindas de décadas marcadas por lágrimas e sangue, o povo islâmico atravessou uma trilha de conflitos que deixaram feridas tanto sociais, políticas, como também econômicas, e que perduram ate os dias de hoje.
Fazendo com que países ricos em petróleo, assim como o Irã,diminuam seu crescimento econômico e social, causando a destruição das relações internas e externas, de povos e famílias, desconstruindo todo um país, aniquilando toda uma nação.
Autora: Kimura,Hayanne
Pouso Alegre, MG
Peregrinação na morte
Já era noite, Gaddafi caminhava em direção à mesquita para direcionar a sua ultima oração do dia ao Deus Alá.
Ao entrar na mesquita se ajoelhou e começou a escutar as palavras sábias vindas do Corão, que eram declaradas naquela noite pelo tão conhecedor islâmico, Mohammed.
Gaddafi encontrava-se preocupado e ao mesmo tempo ansioso, havia escolhido o ano de 2011 para realizar a sua peregrinação a Meca, mas com tantos conflitos ocorrendo nos países islâmicos, temia morrer antes mesmo de cumprir sua jornada. Alguns minutos depois, um pouco atrasado para cultuar Alá, chega Saleh, um velho amigo de Gaddafi, que viera ao Brasil juntamente com toda a sua família. Saleh senta-se próximo a Gaddafi e a conversa começa.
O assunto parecia fluir, até que surgiram as variadas opiniões sobre as revoluções que estavam acontecendo nos países muçulmanos. Ambos estavam preocupados, porém possuíam pontos de vistas totalmente diferentes. Gaddafi era contra a revolução, acreditava que Alá não se alegraria ao ver o seu povo desperdiçando o tempo que poderiam estar adorando, para estarem nas ruas,assim como rebeldes,protestando pela renuncia do hipócrita ditador. Gaddafi dedicava a vida ao seu deus, e seus pensamentos giravam em torno da sua futura peregrinação. Saleh, este se encontrava ansioso para voltar ao Iêmen e se juntar com os protestantes, começar uma guerra santa, defendendo os princípios de Alá, derrubando do poder aquele que se exaltara contra o povo de deus.
Uma discussão havia surgido, e diferenciados argumentos começaram a brotar, já de idade avançada, conhecedores da mensagem de deus transmitida por Maomé, argumentos sólidos foram sendo exaltados, e de repente um desrespeito a Alá estava acontecendo, ambos já não estavam sendo hostis, e gritavam na mesquita, atrapalhando a oração de outros muçulmanos que se encontravam ali. Mohammed, pediu a retirada dos dois da mesquita,envergonhados,foram para casa. No dia seguinte, por peso na consciência, os dois tentaram embarcar no primeiro avião rumo ao Iêmen, para que dali pudesse peregrinar e se desculpar com Alá, porem todos os voos haviam sido cancelados, o Iêmen estava isolado, ninguém saia ninguém entrava. Um ataque de nervos foi surgindo, Gaddafi e Saleh haviam presenciado a construção da primeira mesquita brasileira, em 1929,ambos com seus 90 anos de islamismo nas costas,estavam desesperados por perdão,a saúde dos religiosos não pareceu aguentar,em um piscar de olhos já não se via mais vida,os dois haviam partido. Sem rumo ao paraíso, morreram ao pecar, após 90 anos de suspiro, partiram sem peregrinar.
Autora: Kimura, Hayanne
trabalho de redaçaoPouso Alegre, MG